Fortaleza Esporte Clube. FEC. Ativo pela última vez: Nunca
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Autor: Assunto: FORTALEZA usará encontros motivacionais como recurso:
BenitoJr
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Humor: Tranquilo !!!

enviada em 29-2-08 em 12:15 PM Responder com Citação


Camisa do Stella tá sobrando, galera n?o aderiu muito.



Castel?o lotaç?o sempre !!!!!!!!
PV Caldeir?o sempre !!!!!!!!
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jpad
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Humor: Sempre Bem Humorado

enviada em 29-2-08 em 12:42 PM Responder com Citação


Sei n?o, jogador de futebol é igual a rapariga, pode funcionar...:P:P
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marcelocurva
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Humor: Confiante demais

enviada em 29-2-08 em 12:42 PM Responder com Citação


Já comprei a minha.
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guaramiranga
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Humor: Esses DIRETORES s?o de PRIMEIRA!

enviada em 15-10-09 em 09:31 PM Responder com Citação
Para motivar os jogadores!



Autor: Doutor Yury Farias - Médico do Fortaleza Esporte Clube

Data: 14/10/2009


Todos conhecem o futebol, como esporte agradável, prazeroso e que traz benefícios ? saúde. De fato, parte disso é verdade. Mas n?o podemos deixar de ressaltar que todas estas benécias, retratam o esporte praticado recreativamente. E que a partir do momento que torna-se competitivo, passa a ser sinônimo de sobrecarga física, tens?o emocional e les?es.

Como médico do esporte, tenho a oportunidade de lidar com todos os tipos de atletas, desde os simpatizantes do esporte amadorístico até aqueles conhecidos como atletas de elite. É comum ouvir-se comentários no trabalho, no bar, em casa, que vida de jogador de futebol é fácil, que ganha dinheiro na brincadeira, “jogando bola”. Mas essa é uma percepç?o equivocada.

Jogadores profissionais, mesmo a minoria que tem salários mais elevados, t?m uma rotina extenuante. S?o treinos diários, muitas vezes com sol a pino, lutando contra o próprio corpo, tentando alcançar um melhor condicionamento e aprimorar suas habilidades. S?o prisioneiros da disciplina alimentar e dos exercícios. Passam dias longe da família e dos amigos. Pra complicar ainda mais, s?o desportistas de carreira curta e salvo raras exceç?es, n?o tem qualquer profiss?o a seguir ao final da vida esportiva.

E retomando a história que “esporte é saúde”, conforme citado anteriormente, está pra nascer o atleta profissional que n?o conviva quase que diariamente com as dores. A cada dia que passa, as competiç?es t?m se tornado mais acirradas. E isso aumenta consideravelmente o número de les?es, principalmente pela busca incessante da superaç?o pessoal.

Outro aspecto que é negligenciado, é que jogador também sofre press?o extrema. S?o pessoas normais como qualquer um e sujeitos a distúrbios psicológicos que alteram seu desempenho físico. Naturalmente alguns assimilam melhor essas press?es que outros, mas de uma forma geral, a maioria apresenta repercuss?es orgânicas ligadas ao psicológico.

A responsabilidade em suas costas é incomensurável. Só quem já experimentou a sensaç?o de participar diretamente de uma equipe profissional, sabe como é a tens?o que ronda o time, imediatamente antes de um clássico, no vestiário e durante a partida. A tens?o paira no ar. Há que se ter nervos de aço pra suportar isso e n?o se abalar. É normal a cobrança da torcida, mas o atleta também tem a sua cobrança pessoal e da própria família.

Quem acha que um jogador de futebol n?o quer ser visto, se destacar para olheiros, técnicos, empresários e alcançar um time de primeira linha? Todos querem. Mas infelizmente poucos podem. Certamente que as torcidas devem fazer seu papel de fiscalizadoras do desempenho do time, cobrar dedicaç?o e resultados de forma coerente, mas por outro lado, precisam valorizar os atletas, estimulá-los, incentivar a equipe, sobretudo nos momentos difíceis, que é quando o grupo mais precisa de força e encorajamento para dar a volta por cima.

Os torcedores t?m uma arma nas m?os, mas n?o tem idéia da magnitude que ela representa. Motivaç?o. Uma torcida quando realmente quer, pode levar seu clube ao topo, mas também pode levar a derrocada.

A mensagem que fica é: jamais abandonem seus sonhos. Obstáculos sempre existir?o e nem sempre se pode estar por cima. Acreditem nos seus coraç?es, mas transformem esse sentimento em aç?es. Ficar?o surpresos com o resultado. O mundo dá muitas voltas e hoje quem está por baixo, um dia certamente terá novamente sua glória.




No final, nós nos lembraremos do sil?ncio de nossos amigos e n?o das palavras de nossos inimigos. Luther King
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guaramiranga
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enviada em 4-5-12 em 12:46 PM Responder com Citação
Dar corda é sempre uma boa dica



Antes do jogo

A meta gremista é voltar do /Ceará com um resultado que n?o complique o jogo de volta, em Porto Alegre, no próximo dia 9. "Conseguir um gol fora de casa é fundamental para trazermos a decis?o para casa", avalia o técnico Vanderlei Luxemburgo, que tem 100% de aproveitamento no Olímpico - sete vitórias em sete jogos. A goleada aplicada pelo Fortaleza sobre o Náutico serve de alerta para o time, que espera forte press?o nos minutos iniciais do jogo desta quarta.


Comentários após o jogo
O espaço de apenas tr?s dias entre o Gre-Nal e a partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil, tudo aliado aos 4 mil quilômetros que separam Rio Grande do Sul e /Ceará diminuíram as possibilidades do Gr?mio de treinar para enfrentar o Fortaleza. O técnico Vanderlei Luxemburgo confirmou, após a vitória por 2 a 0 sobre o time nordestino, que o principal trabalho com o elenco visando ? partida desta quarta foi no lado psicológico do elenco.

"N?o treinei nada no CT do /Ceará, fiz só um pijama-training. Só fiz um trabalho para que os jogadores se recuperassem da derrota no Gre-Nal, que ainda estava no nosso corpo. Era preciso incorporar o espírito da Copa do Brasil. A gente aprende nas derrotas. N?o me abalo com a crítica", revelou Luxa.

---------------------
Antes do jogo ficou na dele e disse até que um gol fora de casa seria muito bom.
Pegamos corda, achamos que iríamos resolver logo e ficamos logo atordoados.

Dar corda é sempre bom. E se o outro pega a corda melhor ainda.

Vamos aprender e aplicar na série C.




No final, nós nos lembraremos do sil?ncio de nossos amigos e n?o das palavras de nossos inimigos. Luther King
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enviada em 14-5-12 em 02:57 PM Responder com Citação
Aulas sobre arbitragem também



Lógico que o fundamental é jogar bola e ter um bom técnico.

Mas n?o podemos deixar de observar que temos pouco tempo para se preparar fisicamente. Alguns dos novos contratados est?o sem ritmo de jogo.

Vejam o que colocam em várias matérias :
1. O FEC tinha mais de 8 pontos de sobra.
2. O FEC fez 1x0 e n?o soube segurar.

Precisamos motivar os jogadores que devem estar chateados e abatidos pela perda do título.

Além do trabalho psicológico é preciso também mostrar aos jogadores que é preciso muito cuidado com as reclamaç?es aos juízes.

Há muito estamos reclamando bastante da arbitragem.




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enviada em 3-11-13 em 01:24 PM Responder com Citação
Novo treinador do Flamengo



Quando a crise no Flamengo parecia irreversível após a saída de Mano Menezes, coube ? Jayme de Almeida assumir o comando da equipe para tentar tirar o clube da situaç?o incômoda que se encontrava. Onze jogos depois, o técnico parece ter encontrado a fórmula para reerguer o Fla após um início de Brasileir?o cercado de desconfiança. A press?o, a insegurança e a cobrança deram lugar ? vibraç?o, confiança e resultados positivos. Foram seis vitórias, tr?s empates e apenas duas derrotas. O jeito calmo de Jayme de lidar com a adrenalina de uma partida foi determinante para a recuperaç?o.

- Voc? vai ficar gritando igual maluco e ninguém te olha, porque n?o dá para ouvir nada. Por isso que eu falo que tem que preparar bem primeiro. A maioria das situaç?es que aparecem no jogo quem tem que mudá-las s?o os atletas - disse o técnico.

Totalmente identificado com o Flamengo, Jayme frequenta o clube desde pequeno. Quando criança, n?o desgrudava do pai, também de nome Jayme, meio-campista de uma das primeiras geraç?es vitoriosas da Gávea, junto com Domingos da Guia e Zizinho.

- Meu pai chegou no Flamengo em 1942. Ele foi tricampe?o carioca: 42, 43 e 44. Ele tinha um orgulho muito grande disso aqui. Depois, foi tri como auxiliar, em 53, 54 e 55. Seu nome é muito respeitado aqui, e esse foi o legado que eu tive que carregar - contou.

Querido pelos jogadores, Jayme de Almeida revela um pouco do seu segredo para comandar um time que mistura a experi?ncia de jogadores como Chic?o, André Santos e Léo Moura, com a juventude de Luiz Antônio, Gabriel, Samir, entre outros. Um treinador humilde, que se diz aberto a debates com os atletas.

- Acho legal quando há respeito. Quando há essa identidade. Eu nunca imponho nada, a gente treina e eu pergunto: ''dá para fazer assim?''. Compartilho com eles, e é por isso que está dando certo - explicou.

Coeso nas decis?es táticas, Jayme busca o equilíbrio nos setores para soltar o Flamengo e impulsionar o futebol da equipe. Desde sua chegada, suas escolhas começam a surtir efeito. Amaral n?o sai mais da equipe, deu a proteç?o que a zaga precisava, aliando força e velocidade. Na frente, apostou em Paulinho, que se tornou um dos principais jogadores do time.

- A partir do momento que eu dei a funç?o e liberei ele pra ser feliz, que eu brinco muito com ele: ''vai lá e vai ser feliz!'' Ele tem uma velocidade tremenda, uma habilidade danada para driblar - afirmou.




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enviada em 3-11-13 em 01:26 PM Responder com Citação
Novo treinador do S?o Paulo



Luís Fabiano treinou bem durante a última semana, mas acabou cortado de uma partida do S?o Paulo. Na sexta-feira, o técnico Muricy Ramalho justificou a aus?ncia afirmando que n?o queria o jogador “mais ou menos”. Após a vitória por 2 a 1 sobre a Portuguesa, foi mais crítico: disse que a recuperaç?o do atacante vai depender dele próprio, comparou-o a Paulo Henrique Ganso e avisou: “tem que querer mais”.

“A gente está fazendo o que tem que fazer: treinar o jogador e n?o expor o atleta. A preparaç?o dele, pelo que eu vi o tempo todo, nunca foi boa. Hoje n?o tem jeito: se voc? n?o estiver preparado fisicamente, n?o joga”, disse o técnico, no Morumbi. Para a partida contra a Portuguesa, Muricy manteve a rotina: n?o colocou Luís Fabiano no banco. Foi a 30? aus?ncia do atleta, que, se n?o foi titular na temporada, sequer foi relacionado.

“Oportunidade eu estou dando: estou treinando ele. Agora, ele precisa, no campo, querer um pouco mais. Como o Ganso está fazendo. O Ganso, esses tempos atrás, estava aí... Hoje ele divide, toma bola, corre. Depende do jogador”, disse o técnico, citando a recuperaç?o do camisa 8, atualmente o grande destaque da equipe. Muricy já havia usado Ganso para cobrar outro atleta que, até agora, n?o deu resposta: Osvaldo. As palavras foram praticamente as mesmas usadas para Luís Fabiano.

O treinador ainda deixou claro que n?o pretende “desistir” de contar com o camisa 9. “Nesse ambiente n?o tem sacanagem e eu n?o tenho mania. As pessoas querem que eu tire. Eu n?o tiro, porque comando um time, n?o algumas pessoas. E isso eu sempre fiz muito bem. Mas eu vou até onde dá. Depende dele. Ele que vai ter que dar a resposta, porque estamos dando a oportunidade que ele merece”, complementou.




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enviada em 3-11-13 em 01:31 PM Responder com Citação
Exemplos de Flamengo e S?o Paulo



Coloquei os exemplos de S?o Paulo e Flamengo para comparar com o Fortaleza.

Os mesmos jogadores passaram a se empenhar mais com os novos treinadores de Fla e SP.

Nós ficamos o tempo todo no G4, mas o time n?o demonstrava vontade e era apático.

Logo mais esses mesmos jogadores ir?o se destacar em outros times.

Como disse Muricy: Tem que querer mais!




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enviada em 16-10-14 em 01:46 PM Responder com Citação
A dança de Mano Menezes motivou o Galo?



Citação:
Doutor Yury Farias - Médico do Fortaleza Esporte Clube

Outro aspecto que é negligenciado, é que jogador também sofre press?o extrema. S?o pessoas normais como qualquer um e sujeitos a distúrbios psicológicos que alteram seu desempenho físico. Naturalmente alguns assimilam melhor essas press?es que outros, mas de uma forma geral, a maioria apresenta repercuss?es orgânicas ligadas ao psicológico.

A responsabilidade em suas costas é incomensurável. Só quem já experimentou a sensaç?o de participar diretamente de uma equipe profissional, sabe como é a tens?o que ronda o time, imediatamente antes de um clássico, no vestiário e durante a partida. A tens?o paira no ar. Há que se ter nervos de aço pra suportar isso e n?o se abalar. É normal a cobrança da torcida, mas o atleta também tem a sua cobrança pessoal e da própria família.

Quem acha que um jogador de futebol n?o quer ser visto, se destacar para olheiros, técnicos, empresários e alcançar um time de primeira linha? Todos querem. Mas infelizmente poucos podem. Certamente que as torcidas devem fazer seu papel de fiscalizadoras do desempenho do time, cobrar dedicaç?o e resultados de forma coerente, mas por outro lado, precisam valorizar os atletas, estimulá-los, incentivar a equipe, sobretudo nos momentos difíceis, que é quando o grupo mais precisa de força e encorajamento para dar a volta por cima.

Os torcedores t?m uma arma nas m?os, mas n?o tem idéia da magnitude que ela representa. Motivaç?o. Uma torcida quando realmente quer, pode levar seu clube ao topo, mas também pode levar a derrocada.

A mensagem que fica é: jamais abandonem seus sonhos. Obstáculos sempre existir?o e nem sempre se pode estar por cima. Acreditem nos seus coraç?es, mas transformem esse sentimento em aç?es. Ficar?o surpresos com o resultado. O mundo dá muitas voltas e hoje quem está por baixo, um dia certamente terá novamente sua glória.


Globoesporte
Atlético-MG 4 x 1 Corinthians

Eu acredito - vers?o 2014


O torcedor do Atlético-MG voltou a viver as emoç?es de uma vitória na base da superaç?o. Foi assim na Libertadores 2013, na Recopa Sul-americana - quando conquistou o título na prorrogaç?o - e nesta quarta-feira, diante do Corinthians. O time saiu atrás no placar. A cada gol marcado, o torcedor voltava a gritar o “eu acredito”, mantra usado nos momentos de adversidades do Galo. O apoio deu certo. As palavras de Mano Menezes, quando disse que o Tim?o sofreria uma press?o forte da torcida atleticana, foram comprovadas na virada atleticana no Mineir?o.

baile no mineir?o

Em S?o Paulo, o Galo perdeu por 2 a 0. O segundo gol de Luciano foi comemorado por Mano Menezes com uma dancinha. Os jogadores do Atlético-MG n?o esqueceram a vibraç?o "pé de valsa" do treinador do Corinthians. Ao eliminar o time paulista, atletas da equipe mineira repetiram a dança protagonizada pelo comandante alvinegro no primeiro jogo.

UOL
Depois de dançar ? beira no gramado em gol marcado por Paolo Guerrero no confronto de ida em S?o Paulo, Mano Menezes levou o troco dos atleticanos.

Ao fim da partida vencida por 4 a 1, jogadores e membros da comiss?o técnica imitaram o treinador corintiano para provocar o rival eliminado com gols de Luan, Guilherme (duas vezes) e Edcarlos. A vaga na semifinal da Copa do Brasil ficou com o Atlético, que pegará o Flamengo na semifinal.

Imediatamente após a dança, o meia Danilo chegou a cobrar explicaç?es, mas o semblante dos jogadores do Corinthians era de total decepç?o. Guerrero chorou, e Cássio criticou companheiros pela derrota que parecia improvável.

Questionado depois da partida, Mano reagiu com frieza em relaç?o ?s provocaç?es. "Quem está alegre tem o direito de comemorar. Eu estava (no jogo de ida) e comemorei. A comemoraç?o do Atlético tem a ver com felicidade e n?o é desrespeito".

Se n?o bastasse a vitória por 2 a 0 em S?o Paulo, dia em que Mano dançou balançando os braços no banco de reservas, o time abriu vantagem com Guerrero no Mineir?o. Ou seja, para ser eliminado, o Corinthians tinha que levar 4 gols em menos de 90 minutos. E tomou.




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enviada em 18-10-14 em 05:43 PM Responder com Citação
Coraç?o de Le?o: família emociona capit?o Gedeil, maior ídolo do Macaé



Era para ser apenas mais uma corriqueira entrevista. Afinal, o Macaé começa a decidir uma das quatro vagas na Série B do Brasileir?o do ano que vem neste sábado, contra o Fortaleza, e atrai um número cada vez maior de veículos de imprensa. Contudo, o entrevistado era ninguém menos que Gedeil, indiscutivelmente o maior ídolo da recente história do clube e que vai completar 220 jogos com a camisa da equipe na partida contra os cearenses. É o recordista nesse quesito, mas nada que o impeça a querer conquistar ainda mais. Com o apoio - e a surpresa - da família, Gedeil agora tenta reescrever a história e apoderar-se do t?o sonhado acesso, aquele que bateu na trave tr?s vezes nos últimos quatro anos.

Definitivamente, Gedeil possui identificaç?o com a torcida, o respeito dos colegas de grupo e a confiança da comiss?o técnica e da diretoria do clube. "É patrimônio do Macaé", como disse o presidente Mirinho certa vez.

- Tenho vivido grandes momentos aqui no clube. Para um jogador estar há seis anos em um mesmo clube, os momentos felizes foram maiores do que os tristes - afirma o capit?o, que ostenta a faixa no braço esquerdo desde 2008.

Além de uma refer?ncia, Gedeil é tratado como líder por seus companheiros muito por conta de sua frieza e postura rígida. Dificilmente chora, ele mesmo admite. Mas uma surpresa no decorrer da entrevista conseguiu marejar os olhos do jogador. A pedido do GloboEsporte.com, a esposa Bianca e os dois filhos do jogador - Renan, de 4 anos, e Rian, de 7 - gravaram um vídeo com uma mensagem de apoio ao marido/pai. E, de fato, conseguiram emocionar o volante com fama de dur?o.

- O apoio dentro de casa está enorme. Meus filhos s?o nascidos e criados aqui em Macaé. Minha esposa tem me apoiado muito e em todas as situaç?es. Se cheguei onde cheguei foi por causa dela - conta.

Por que esse grupo merece mais do que os outros?

- Esse grupo é mais merecedor que os outros que passaram por aqui nas últimas temporadas pelas dificuldades que passamos. N?o que os demais n?o tenham passado por essas dificuldades ou n?o tenham sido merecedores, foram. Mas este ano merecemos muito porque demos a volta por cima.

Na hora de parar de bater na trave

- Espero mudar essa história. Chegamos, chegamos e chegamos. Uma hora tem que acontecer. Tenho certeza que será desta vez. Estamos trabalhando muito.

Caso se classifique

- Acho que vou chorar bastante. N?o sou muito de chorar, mas devido as coisas que aconteceram nas últimas tr?s ediç?es, que foram situaç?es muito sofridas, vou comemorar muito. Se conseguirmos essa classificaç?o ela trará felicidade para todo mundo.

Elenco preparado

- Estamos preparados. Todos est?o se comportando muito bem, treinando muito. Vamos lutar muito por essa classificaç?o.

Globoesporte


Acho que todos incentivam e da mesma forma aquele grupo de 2012 do Fortaleza também merecia subir.




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